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Constelação Familiar


O olhar da Constelação familiar para a morte gestacional ou neonatal ... É comum que as famílias só considerem os filhos nascidos, seja pelo fato de nunca terem convivido fisicamente com os filhos que morreram ou pela dor sentida com a lembrança da morte. Por exemplo, é comum uma mãe ter vivenciado duas gestações, mas dizer que tem apenas um filho, caso tenha ocorrido um aborto em uma delas. Mas para a Constelação Familiar, todos têm um lugar. Inclusive aqueles que nasceram sem vida ou que viveram por um breve momento. Por esta visão, esta mulher tem 2 filhos e cada um tem o seu lugar na família, independente dos destinos diferentes que seguiram.

A Constelação Familiar é uma técnica psicoterapeutica sistematizada pelo alemão Bert Hellinger, que compreende que, ao vir ao mundo, integramos uma família, um sistema, e, desde a concepção, ocupamos um lugar único e herdamos não somente os genes, mas os padrões de comportamentos e crenças familiares.

Assim, basta a consciência da gravidez para se afirmar que houve um aborto, não sendo necessário meses de gestação ou que essa tenha se tornado de conhecimento público.

A Constelação estabelece três Leis da Vida: a lei do Pertencimento, da Hierarquia e da Compensação. Quando um bebê morre e é excluído, isto é, ignorando sua existência, ocorre o desrespeito a Lei do Pertencimento, podendo trazer desequilíbrios para o sistema. A inclusão de um filho é um gesto de amor que flui da alma e pode ser alcançada através da constelação ou diversas outras formas que expressam esse sentimento genuíno, uma meditação, uma vela, ou a forma que você se identificar.

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